Preços de materiais escolares variam até 2.145% em Chapecó

22/01/2013 15:54

 

Chapecó – Para os pais que ainda não compraram o material escolar de seus filhos, o Procon de Chapecó revela dados importantes. Através de uma coletiva de imprensa na tarde de ontem, a coordenadora Inajara Antonini divulgou a pesquisa referente aos principais itens que pedem as escolas em 2013.

Foram analisados seis estabelecimentos do município que aceitaram participar da coleta de dados, que ocorreu no dia 17 de janeiro. Ao todo foram pesquisados os preços de 10 itens básicos do material escolar de cada escola e a variação dos preços chegou a 2.145% neste ano. O número ficou um pouco abaixo da variação máxima do ano passado, que apontou até 3.000% de diferença entre um estabelecimento e outro.

Mesmo assim, ao levarmos em consideração a diferença dos materiais nestes anos, fica evidente um aumento no preço geral. Enquanto no ano passado o tradicional lápis preto tinha um valor mínimo de R$ 0,10, neste ano o preço subiu pelo menos 100%. O produto, por sinal, foi aquele que registrou maior variação entre estabelecimentos comerciais.

O apontador de plástico também variou bastante conforme a pesquisa. Em alguns estabelecimentos o produto custou R$ 0,25 e em outros R$ 3,99. O mesmo ocorreu com a borracha branca, que teve uma variação de até R$ 1,39 entre os locais analisados.

Recomendação

Em virtude de tamanha discrepância entre estabelecimentos, o Procon recomenda que os pais pesquisem antes de comprar. Para obter um desconto ainda maior, também é recomendado que os produtos sejam comprados em grande quantidade, daí a importância dos pais formarem grupos para compra a fim de economizar. Ao levar os filhos junto no momento da compra, os mesmos devem estar cientes que os filhos impulsionam a compra de produtos mais caros, já que estes oferecem outros atrativos.

Inajara acredita que, com a divulgação da pesquisa, o preço dos produtos tendem a baixar até o início do ano letivo, já que será necessário se adaptar a concorrência dos outros estabelecimentos.

Proibido

Sobre a lista das escolas, o Procon orienta os pais a não comprarem produtos de uso coletivo, como papel higiênico e cartucho de tintas para impressora. Além disso, as escolas não podem indicar um estabelecimento em específico para a compra. Caso situações semelhantes ocorram, o recomendado, inicialmente, é a conversa com a direção da escola. Caso o problema não seja resolvido os pais podem procurar o Procon para tomar devidas providências. 

 

fonte: redecomsc


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