Preço da energia elétrica cai até 18%

25/01/2013 10:51

 

Chapecó – Ao implantar uma mini confeitaria em sua casa, dona Marli Laser buscava aumentar a sua fonte de renda. O que ela não esperava era que junto com o trabalho, os gastos mensais iriam subir. Hoje ela costuma pagar, em média, R$ 500,00 de energia elétrica por mês, um valor alto, que poderia ser utilizado para quitar suas dívidas eventuais.

O principal motivo da tarifa ser tão alta, a moradora de Chapecó desconhece, porém alguns eletrodomésticos podem dar índicos. “Tenho quatro freezers ligados e duas geladeiras”, conta. Se por um lado eles são necessários para que seu empreendimento continue funcionando no bairro Santa Maria, por outro a situação se agrava na hora de quitar as dívidas. Junto com a luz elétrica, o aumento da inflação faz o preço dos alimentos subir, outro gasto comum na família brasileira.

O anúncio feito na noite de quarta-feira pela presidenta Dilma Rousseff traz fôlego para a família Laser e outros milhares de consumidores residenciais. Contrariando especulações, que diziam que não seria possível reduzir a tarifa de energia, Dilma afirmou que a partir de ontem as concessionárias iriam diminuir em 18% o valor.

Para Marli essa porcentagem corresponde a um valor significante, já que por mês diminuirá R$ 90,00 sua conta de luz. Ao levarmos em consideração o ano, o desconto passa de R$ 1 mil. “Com certeza estou na expectativa, com esse dinheiro vou poder investir em outras coisas”, comemora.

Outros setores

Se os consumidores residenciais estão felizes, outros grupos também têm muito a comemorar. De acordo com a garantia de Dilma, indústrias, agricultura, comércio e serviços terão desconto de 32%. Esse valor poderá ser conferido no próximo mês, na hora de receber a fatura.

Contrapartida

Uma reclamação de Maria e que se aplica a milhares de outros consumidores diz respeito ao valor da inflação e outros gastos casuais. Mesmo vendo a diminuição na fatura com bons olhos, ela teme que a alimentação e o combustível continuem a subir neste ano, o que não fará diferença alguma para o bolso do consumidor. “Se outras coisas subirem não faz diferença, vira tudo em gasto”, finaliza. 

 

Fonte: redecomsc


Crie um site com

  • Totalmente GRÁTIS
  • Design profissional
  • Criação super fácil

Este site foi criado com Webnode. Crie o seu de graça agora!